{"id":6643,"date":"2025-07-03T09:07:28","date_gmt":"2025-07-03T12:07:28","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiarioregional.com.br\/?p=6643"},"modified":"2025-07-03T09:08:58","modified_gmt":"2025-07-03T12:08:58","slug":"autismo-em-adultos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiarioregional.com.br\/?p=6643","title":{"rendered":"Autismo em adultos"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>M\u00e3e relata desafios no cuidado de filho autista que obteve diagn\u00f3stico ap\u00f3s adulto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p> Nos \u00faltimos anos o autismo tem ganhado maior destaque nos espa\u00e7os de discuss\u00e3o sobre transtornos, principalmente em crian\u00e7as. Com isso, tem aumentado tamb\u00e9m a oferta de atendimentos em diferentes especialidades para garantir que a crian\u00e7a, assim que s\u00e3o identificados os primeiros sinais, receba assist\u00eancia e possa ter um desenvolvimento mais normal poss\u00edvel. Apesar das amplas discuss\u00f5es atualmente, o autismo j\u00e1 existe na sociedade h\u00e1 muitos anos, ou melhor, sempre existiu. Mas, isso \u00e9 assunto para aprofundarmos com especialista na \u00e1rea posteriormente, pois agora, vamos trazer o relato de uma m\u00e3e de filho autista, que teve que lidar com diversas dificuldades em uma \u00e9poca que nem o diagn\u00f3stico existia, muito menos, profissionais e recursos que pudessem lhe dar assist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Noeli Gross, hoje moradora da Linha Piraj\u00fa, foi m\u00e3e muito jovem, quando tinha por volta de 16 para 17 anos de idade. Na \u00e9poca, residia em S\u00e3o Martinho, Rio Grande do Sul. Noeli teve uma gravidez considerada tranquila, e como n\u00e3o havia aparelho de ultrassom ou outros para avaliar o desenvolvimento do beb\u00ea, a \u00fanica forma de acompanhamento eram as consultas com o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n<p>O parto foi realizado por ces\u00e1rea, em fun\u00e7\u00e3o de j\u00e1 ter alcan\u00e7ado o prazo para a crian\u00e7a nascer. &nbsp;Noeli recorda que quando seu filho nasceu, o Pablo, ele n\u00e3o chorou, indicando que a respira\u00e7\u00e3o n\u00e3o estava normal. Na \u00e9poca n\u00e3o havia tamb\u00e9m os aparelhos de oxig\u00eanio para dar suporte.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois do parto, foi Noeli que teve complica\u00e7\u00f5es com infec\u00e7\u00f5es, precisando ficar internada e fazer exames em cidades pr\u00f3ximas onde havia os equipamentos. Foi a partir dos seis meses de idade que a m\u00e3e come\u00e7ou a perceber que havia algo errado com seu filho, pois ele ainda n\u00e3o sentava ou gatinhava, o que para a idade j\u00e1 \u00e9 algo normal. Os primeiros passos de Pablo foram quando j\u00e1 tinha pouco mais de dois anos de idade, e tamb\u00e9m apresentava dificuldades na fala. Nesse per\u00edodo a fam\u00edlia j\u00e1 havia se mudado para Santa Catarina. Sempre que procurava o m\u00e9dico, este dizia a Noeli que estava tudo bem, pois cada crian\u00e7a se desenvolve de formas diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Outras pessoas come\u00e7aram a observar e falar para Noeli que seu filho, na \u00e9poca j\u00e1 com sete anos, estava com alguma dificuldade, e a partir disso, procurou atendimento com neurologista em Iju\u00ed, RS. O profissional deu o primeiro diagn\u00f3stico para Pablo, de anoxia, que \u00e9 falta de oxigena\u00e7\u00e3o no c\u00e9rebro.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois desse primeiro neuro, Noeli perdeu a conta de quantos especialistas procurou, mas ningu\u00e9m explicava ao certo o que Pablo tinha. &nbsp;Conforme crescia, Noeli percebia as dificuldades no desenvolvimento do filho, tanto para caminhar e falar, como na aprendizagem. Ao longo dos anos, a m\u00e3e buscou diversos atendimentos com v\u00e1rios profissionais, como fonoaudi\u00f3loga, psic\u00f3loga e psiquiatra.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje Pablo est\u00e1 com quase 38 anos, e foi somente h\u00e1 cerca de cinco anos que obteve o diagn\u00f3stico de autismo, com laudo emitido por um neurologista que prestou atendimento na APAE\/CAESP Caminho de Luz.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Noeli, a confirma\u00e7\u00e3o no diagn\u00f3stico n\u00e3o mudou em nada a situa\u00e7\u00e3o, pois o correto era que Pablo tivesse recebido o tratamento adequado quando ainda crian\u00e7a, para o desenvolvimento desej\u00e1vel. Mas, o diagn\u00f3stico \u201cclareou\u201d e trouxe certeza para muitas d\u00favidas que Noeli teve ao longo de toda vida, referente ao comportamento do filho. A partir disso tamb\u00e9m se interessou em conhecer mais sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa busca por informa\u00e7\u00f5es, Noeli percebeu que s\u00e3o poucos estudos, textos e fatos que remetem a autismo em adultos, pois a grande maioria trata somente do autismo em crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 quase 40 anos atr\u00e1s, quando Pablo nasceu, Noeli conta que foi na conviv\u00eancia, no dia a dia e com os raros profissionais que existiam na \u00e9poca que aos poucos foi descobrindo e identificando as dificuldades do seu filho. Lembra que a falta de recursos n\u00e3o era apenas a emocional de lidar com a situa\u00e7\u00e3o, de assist\u00eancia e profissionais, sendo que ainda n\u00e3o existia o SUS, mas tamb\u00e9m havia a falta de recursos financeiros, pois sua fam\u00edlia n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de arcar com altas despesas de consultas e tratamentos.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cA pior fase de todas \u00e9 o dia a dia, \u00e9 voc\u00ea ir descobrindo e n\u00e3o ter estrutura, n\u00e3o sabendo lidar com a situa\u00e7\u00e3o que era diferente daquilo que eu havia sido criada. Hoje em dia tudo \u00e9 bem mais f\u00e1cil, mas na \u00e9poca n\u00e3o era assim\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Noeli relata tamb\u00e9m a falta de apoio de pessoas que ao inv\u00e9s de lhe ajudar, se dirigiam a ela de forma agressiva e preconceituosa.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o diagn\u00f3stico de autismo, mesmo tendo passado todos esses anos enfrentando e lidando com as dificuldades do filho, Noeli afirma que a maior dificuldade do transporto \u00e9 na fase adulta. Pois o corpo, a idade, os desejos, sentimentos e emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o de adulto, mas a mentalidade ainda \u00e9 de uma crian\u00e7a que precisa de amparo e apoio.<\/p>\n\n\n\n<p>Todas as dificuldades enfrentadas ao longo dos anos, e que hoje n\u00e3o deixam de existir no dia a dia, n\u00e3o minimizam o amor e a defini\u00e7\u00e3o que Noeli tem do filho. <em>\u201cO Pablo \u00e9 carinhoso, doce, amoroso, preocupado, est\u00e1 sempre ajudando, \u00e9 respeitoso e companheiro, pede aten\u00e7\u00e3o e toda noite temos que orar com ele. Ele enxerga tudo, \u00e9 muito organizado. Digo que ele \u00e9 uma extens\u00e3o do c\u00e9u na terra. Nunca na vida ele falou mal de algu\u00e9m, criticou, ou fez fofoca, ele n\u00e3o v\u00ea maldade ou defeito, n\u00e3o faz compara\u00e7\u00f5es e n\u00e3o reclama\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Pablo frequenta a APAE, mas quando est\u00e1 em casa, auxilia a m\u00e3e nos afazeres dom\u00e9sticos, e uma das tarefas que somente ele faz \u00e9 secar e organizar a lou\u00e7a. Uma das terapias que mais gosta de fazer s\u00e3o pintar panos de prato, uma forma tamb\u00e9m de obter renda e incentivar sua autonomia. Um dos passatempos favoritos de Pablo s\u00e3o tamb\u00e9m assistir seus programas de televis\u00e3o no quarto. Ele possui ajuda da m\u00e3e para algumas atividades, mas faz diversas coisas de forma independente como tomar banho, se vestir e se alimentar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>92% dos casos de autismo t\u00eam origem de fatores gen\u00e9ticos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No m\u00eas de abril a APAE\/CAESP Caminho de Luz promoveu uma roda de conversa com familiares de alunos autistas ou com transtorno, em que a abordagem foi feita pela psic\u00f3loga especialista em an\u00e1lise do comportamento aplicado, Andrea Rigotti. A profissional possui uma ampla bagagem no tema, \u00e9 psicopedagoga cl\u00ednica e institucional, mestranda em Bioci\u00eancias da Sa\u00fade e fundadora da Casa Azul, uma cl\u00ednica dedicada ao cuidado de crian\u00e7as e adolescentes com TEA, com base na An\u00e1lise do Comportamento Aplicada. Na conversa e orienta\u00e7\u00e3o a outros pais e familiares, Andrea tamb\u00e9m aborda sua viv\u00eancia como m\u00e3e do Jo\u00e3o Pedro, um jovem de 18 anos com autismo n\u00edvel 3.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a psic\u00f3loga, o espectro autista est\u00e1 presente em um grande n\u00famero de pessoas adultas, a maioria com defici\u00eancia intelectual associada e que n\u00e3o tem uma funcionalidade t\u00e3o boa o quanto poderia caso tivesse tido acesso a interven\u00e7\u00e3o precoce.<\/p>\n\n\n\n<p>Andrea afirma que o autismo sempre existiu, mas n\u00e3o tinha o destaque que possui atualmente porque a sociedade desconhecia suas caracter\u00edsticas e n\u00e3o havia profissionais para o diagn\u00f3stico. Ao inv\u00e9s de autismo, comenta que o diagn\u00f3stico era para depress\u00e3o, fobia social, transtorno obsessivo compulsivo, TDAH e outros transtornos. Com o aumento de informa\u00e7\u00f5es e profissionais aptos a reconhecer os sinais, a psic\u00f3loga afirma que tamb\u00e9m aumentou o n\u00famero de laudos confirmando o autismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto mais cedo o autismo for diagn\u00f3stico, Andrea explica que maiores s\u00e3o as chances da crian\u00e7a\/pessoa conseguir conviver com o transtorno, estimular o desenvolvimento na fase correta e se tornar independente e funcional.<\/p>\n\n\n\n<p>Sinais claros de autismo, esclarece a psic\u00f3loga, s\u00e3o crian\u00e7as com mais de dois anos que ainda n\u00e3o falam, tem pouco contato visual, a crian\u00e7a brinca de forma isolada, n\u00e3o gosta ou gosta muito de toque, ou apresenta qualquer atraso que para a idade j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 normal.<\/p>\n\n\n\n<p>A principal orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 buscar ajuda e apoio profissional o quanto antes para conduzir da forma correta o desenvolvimento da crian\u00e7a. A psic\u00f3loga ressalta que a troca de experi\u00eancias e o compartilhamento entre fam\u00edlias e rede de apoio tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de se fortalecer. <em>\u201cSe a gente pudesse pedir algo para a sociedade, para as pessoas que n\u00e3o tem neurodivergentes ou com algum tipo de defici\u00eancia na fam\u00edlia, \u00e9 menos julgamento e mais empatia e acolhimento. N\u00e3o precisamos ser consolados o tempo todo, mas sim ser acolhidos e encaminhados para profissionais que consigam nos ajudar nessa demanda. Redes de apoio e profissionais que tenham essa sensibilidade s\u00e3o muito importantes para o suporte tanto a fam\u00edlia quanto para a pessoa que tem o transtorno\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A psic\u00f3loga aponta dados do censo que indicam que para cada 38 crian\u00e7as que nascem no Brasil, um nasce com o espectro autista. Explica que \u00e9 um transtorno que em 92% dos casos \u00e9 por fatores gen\u00e9ticos, e pode estar associado a outros fatores, como s\u00edndrome de down. Dessa forma, comenta que n\u00e3o \u00e9 resultado de alguma condu\u00e7\u00e3o errada dos pais na gesta\u00e7\u00e3o. Autismo n\u00e3o tem cura e como na grande maioria dos casos tem origem gen\u00e9tica tamb\u00e9m n\u00e3o tem preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Andrea lembra que o crescimento dos casos n\u00e3o se deu porque agora s\u00e3o mais profissionais aptos para o diagn\u00f3stico, pois nenhum profissional s\u00e9rio gosta de dar esse tipo de not\u00edcia aos pais. <em>\u201cA gente sabe o quanto \u00e9 dif\u00edcil, o quanto falta pol\u00edtica p\u00fablica, recursos, estrutura dos governos para disponibilizar<\/em> <em>profissionais capacitados para trabalhar com o transtorno. N\u00e3o significa que est\u00e1 tendo uma epidemia. A epidemia sempre esteve a\u00ed, a \u00fanica diferen\u00e7a \u00e9 que agora a gente sabe diferenciar os sinais.<\/em> <em>O diagn\u00f3stico n\u00e3o \u00e9 uma senten\u00e7a de morte, mas sim, algo que vai servir para amparar o teu filho, o teu familiar e buscar direitos que o autista tem e exigir pol\u00edticas p\u00fablicas relevantes para a sociedade e as fam\u00edlias\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Andrea complementa que o autismo n\u00e3o se desenvolve ao longo da vida, pois a pessoa j\u00e1 nasce com o transtorno. O que acontece \u00e9 que algumas caracter\u00edsticas passam a ser mais percept\u00edveis com a idade. Explica que aos dois anos acontece a chamada \u201cpoda neural\u201d, onde a psic\u00f3loga comenta que fica mais evidente que a pessoa \u00e9 autista. Os sintomas do espectro podem ser maiores ou menores dependendo de cada pessoa, do tratamento e da interven\u00e7\u00e3o que s\u00e3o feitos, e se isso compromete ou n\u00e3o o seu desenvolvimento ao longo da vida. <em>\u201cN\u00e3o significa que a pessoa ficou mais autista, e sim, que aquilo que precisaria ter sido trabalhado em interven\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi trabalhado. Por isso se fala tanto no tratamento, preferencialmente com evid\u00eancia cient\u00edfica, e atualmente o melhor para tratar o espectro autista \u00e9 a an\u00e1lise comportamental aplicada, a ABA\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"http:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Para-a-mae-Noeli-o-filho-Pablo-e-uma-extensao-do-ceu-na-terra-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6644\" srcset=\"https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Para-a-mae-Noeli-o-filho-Pablo-e-uma-extensao-do-ceu-na-terra-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Para-a-mae-Noeli-o-filho-Pablo-e-uma-extensao-do-ceu-na-terra-300x200.jpg 300w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Para-a-mae-Noeli-o-filho-Pablo-e-uma-extensao-do-ceu-na-terra-768x512.jpg 768w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Para-a-mae-Noeli-o-filho-Pablo-e-uma-extensao-do-ceu-na-terra-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Para-a-mae-Noeli-o-filho-Pablo-e-uma-extensao-do-ceu-na-terra-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Para-a-mae-Noeli-o-filho-Pablo-e-uma-extensao-do-ceu-na-terra-150x100.jpg 150w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Para-a-mae-Noeli-o-filho-Pablo-e-uma-extensao-do-ceu-na-terra-450x300.jpg 450w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Para-a-mae-Noeli-o-filho-Pablo-e-uma-extensao-do-ceu-na-terra-1200x800.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"828\" height=\"1017\" src=\"http:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Psicologa-especialista-em-analise-do-comportamento-aplicado-Andrea-Rigotti-que-tambem-e-mae-de-um-jovem-autista-com-18-anos-de-idade.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6645\" srcset=\"https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Psicologa-especialista-em-analise-do-comportamento-aplicado-Andrea-Rigotti-que-tambem-e-mae-de-um-jovem-autista-com-18-anos-de-idade.jpg 828w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Psicologa-especialista-em-analise-do-comportamento-aplicado-Andrea-Rigotti-que-tambem-e-mae-de-um-jovem-autista-com-18-anos-de-idade-244x300.jpg 244w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Psicologa-especialista-em-analise-do-comportamento-aplicado-Andrea-Rigotti-que-tambem-e-mae-de-um-jovem-autista-com-18-anos-de-idade-768x943.jpg 768w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Psicologa-especialista-em-analise-do-comportamento-aplicado-Andrea-Rigotti-que-tambem-e-mae-de-um-jovem-autista-com-18-anos-de-idade-150x184.jpg 150w, https:\/\/noticiarioregional.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Psicologa-especialista-em-analise-do-comportamento-aplicado-Andrea-Rigotti-que-tambem-e-mae-de-um-jovem-autista-com-18-anos-de-idade-450x553.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 828px) 100vw, 828px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Psic\u00f3loga especialista em an\u00e1lise do comportamento aplicado, Andrea Rigotti, que tamb\u00e9m \u00e9 m\u00e3e de um jovem autista com 18 anos de idade<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00e3e relata desafios no cuidado de filho autista que obteve diagn\u00f3stico ap\u00f3s adulto Nos \u00faltimos anos o autismo tem ganhado maior destaque nos espa\u00e7os de discuss\u00e3o sobre transtornos, principalmente em crian\u00e7as. 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