{"id":7603,"date":"2025-09-16T16:34:05","date_gmt":"2025-09-16T19:34:05","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiarioregional.com.br\/?p=7603"},"modified":"2025-09-16T16:34:06","modified_gmt":"2025-09-16T19:34:06","slug":"setembro-amarelo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiarioregional.com.br\/?p=7603","title":{"rendered":"Setembro Amarelo"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Psic\u00f3logo da rede municipal destaca import\u00e2ncia de trabalhar o tema de forma cont\u00ednua nas escolas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong> <\/strong>Os meses tem\u00e1ticos do ano nos remetem, de forma autom\u00e1tica, a falar mais sobre determinados assuntos nestes per\u00edodos espec\u00edficos do ano. Uma destas datas \u00e9 o Setembro Amarelo, m\u00eas de preven\u00e7\u00e3o ao suic\u00eddio e de valoriza\u00e7\u00e3o da vida. \u00c9 o m\u00eas do ano em que a sa\u00fade mental, e a sua import\u00e2ncia para a sa\u00fade, bem-estar e qualidade de vida, ganha maior destaque.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme o psic\u00f3logo da Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o, Desporto e Cultura, que atua nas escolas da rede municipal de ensino, Michel Arthur Colling, a campanha de valoriza\u00e7\u00e3o da vida feita com maior \u00eanfase em setembro \u00e9 importante, mas pela sua relev\u00e2ncia, deve ser um tema constante, abordado o ano todo. Comenta que isso se faz necess\u00e1rio porque as estat\u00edsticas de suic\u00eddio e casos de adoecimento mental s\u00f3 vem aumentando, ent\u00e3o n\u00e3o basta uma campanha somente em um m\u00eas do ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Por conta disso, o psic\u00f3logo comenta que busca trabalhar a sa\u00fade mental nas escolas como uma pr\u00e1tica constru\u00edda ao longo do ano e de todas as rela\u00e7\u00f5es de vida. Cita que o tema \u00e9 abordado com as crian\u00e7as e adolescentes de v\u00e1rias formas, com o objetivo de melhorar os v\u00ednculos, de favorecer a identifica\u00e7\u00e3o dos sentimentos, de promover o bem-estar, entre outros. Conforme a necessidade, a abordagem \u00e9 feita em grupo, e tamb\u00e9m individualmente quando o aluno apresenta a demanda. Para isso, sempre que necess\u00e1rio a fam\u00edlia tamb\u00e9m \u00e9 envolvida nos atendimentos, pois segundo o profissional, \u00e9 importante identificar o problema dentro do contexto em que a crian\u00e7a ou adolescente est\u00e1 inserido, para assim buscar formas de melhorar.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, Michel desenvolve din\u00e2micas em salas de aula, com jogos, brincadeiras, e tamb\u00e9m palestras e conversas em que aborda os temas de uma forma que fa\u00e7a os jovens refletirem sobre como est\u00e3o lidando com as situa\u00e7\u00f5es no seu cotidiano. Comenta que essa reflex\u00e3o \u00e9 importante, porque a forma como as crian\u00e7as e adolescentes respondem as situa\u00e7\u00f5es que lhes acontecem, ir\u00e1 influenciar nas suas rela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O psic\u00f3logo ressalta que sua forma de abordar alguns assuntos delicados nem sempre \u00e9 trazendo \u00e0 tona o problema, mas sim, apontando outros fatores associados. Cita como exemplo a viol\u00eancia sexual, em que ao inv\u00e9s de falar apenas explicitamente do tema, aborda formas dos jovens se protegerem e n\u00e3o se colocarem em situa\u00e7\u00f5es de risco. <em>\u201cPensar na sa\u00fade mental como algo a ser trabalhado a longo prazo \u00e9 necess\u00e1rio quando se trata de crian\u00e7as e adolescentes. N\u00e3o sabemos o quanto algo que acontece agora pode refletir na sua vida daqui h\u00e1 5, 10 ou 15 anos. \u00c9 necess\u00e1rio dar ferramentas e informa\u00e7\u00f5es para faze-los refletir, sempre considerando que fazem parte de um contexto maior\u201d, <\/em>destaca Michel<em>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do atendimento direto aos alunos, Michel enfatiza que sua atua\u00e7\u00e3o nas escolas \u00e9 tamb\u00e9m de suporte aos professores, para que estes profissionais tenham o apoio e o assessoramento para trabalhar a sa\u00fade mental em sala de aula de forma diferenciada e din\u00e2mica.<\/p>\n\n\n\n<p>O psic\u00f3logo aponta como uma grande preocupa\u00e7\u00e3o, e que est\u00e1 afetando o desenvolvimento saud\u00e1vel de crian\u00e7as e adolescentes, que \u00e9 o uso de telas. O tema \u00e9 recorrente e j\u00e1 foi abordado atrav\u00e9s de palestra voltada aos pais ou respons\u00e1veis em pelo menos dois momentos neste ano. Michel ressalta que o problema maior est\u00e1 voltado ao uso excessivo do celular, o que acaba expondo as crian\u00e7as a diversos conte\u00fados, nem sempre apropriados para a sua idade. Menciona que al\u00e9m da estimula\u00e7\u00e3o excessiva, o uso de telas tem causado o que \u00e9 chamado de adultiza\u00e7\u00e3o, em que a crian\u00e7a acaba tendo acesso a uma quantidade de informa\u00e7\u00f5es at\u00e9 maior do que seus pr\u00f3prios pais ou familiares e inadequado a sua faixa et\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Por conta disso, o psic\u00f3logo chama aten\u00e7\u00e3o para a import\u00e2ncia dos pais ou cuidadores supervisionarem o uso do celular e estipularem regras para o seu manuseio. At\u00e9 os dois anos de idade a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 que a crian\u00e7as n\u00e3o tenham acesso nenhum as telas, e a partir dos cinco anos deve ser estipulado um tempo m\u00ednimo de uso ou acesso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Psic\u00f3logo da rede municipal destaca import\u00e2ncia de trabalhar o tema de forma cont\u00ednua nas escolas Os meses tem\u00e1ticos do ano nos remetem, de forma autom\u00e1tica, a falar mais sobre determinados assuntos nestes per\u00edodos espec\u00edficos do ano. 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