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    De caminhoneiro para taxista

    Deonísio Klock conta a trajetória profissional e a troca do caminhão pelo táxi

    Joana Reichert

    A transição de profissão para Deonísio José Klock, hoje com 70 anos, não foi exatamente planejada e da forma como ele queria. Por 26 anos dirigiu caminhão, principalmente no transporte de carne, e viajou por todos os estados brasileiros, menos o estado de Roraima. Ser caminhoneiro era sua rotina e o que sabia fazer.

    Em 2011, ao chegar em casa de uma viagem, Deonísio se sentiu mal, e ao procurar atendimento médico, foi identificada uma parada cardíaca. A pedido da família, e também entendendo que seria melhor, a partir daquela data não voltou mais para a estrada com o caminhão. Deonísio acredita que o problema de saúde se deu por conta da profissão, pois eram dias exaustivos, estressantes e descansava pouco.

    Deonísio conta que na época só sabia dirigir caminhão, mas precisava fazer algo para se ocupar e gerar renda. Teve a ideia de iniciar com o serviço de táxi, pois de certa forma, poderia aproveitar o conhecimento que tinha das estradas e continuar fazendo o que gostava, que era dirigir. Inicialmente fez o requerimento ao município solicitando o ponto de táxi, definindo como local em frente ao Centro Municipal de Saúde.

    Os principais destinos das “corridas” de táxi, segundo Deonísio, são dentro da própria cidade, para o interior e localidades próximas, como São Miguel do Oeste. Conta que com frequência leva as pessoas para o aeroporto, para a rodoviária, para fazer compras ou em busca de atendimentos de saúde. O público são principalmente os idosos, pessoas que não tem carro ou que não dirigem.

    Atualmente, há 14 anos trabalhando com táxi, o problema de saúde está estabilizado. Nesse período, Deonísio comenta que são muitas histórias para contar, a maioria engraçadas, que acontecem quando transporta passageiros. Ele afirma que é um serviço que tem muita demanda, e bastante útil em toda região.

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